Áreas contaminadas em Campinas e Paulínia
Fora as já reabilitadas, o cadastro da CETESB tem 174 áreas ativas nas duas cidades. Quase dois terços delas não são posto de combustível, e isso muda quem contrata e o que se investiga.
Pedir uma propostaAs 174 áreas ativas, por setor
- 66 postos de combustíveisO grupo maior, e o que tem o roteiro de investigação mais padronizado.
- 46 indústriasEntre elas aparecem tratamento de metais, têxtil, química e farmacêutica, cada uma com termo-fonte próprio.
- 22 de distribuição e terminalTancagem, dutos e área de carregamento, o perfil que o polo de Paulínia explica.
- 8 incorporadorasO grupo menor da lista, e o de prazo mais curto, porque o empreendimento não sobe com a área em aberto.
- 119 em Campinas e 55 em PaulíniaA divisão entre as duas cidades, dentro das mesmas 174 áreas ativas.
- 27 de outras atividades e 5 públicasTransporte, comércio, serviço e área de responsabilidade do poder público.
Consulta ao cadastro de áreas contaminadas da CETESB, em 10 de setembro de 2026, excluídas as áreas já reabilitadas.O cadastro é atualizado diariamente, e o número muda com as novas classificações.
Perfil das áreas por cidade
Paulínia é polo petroquímico e de armazenamento de combustível, e o cadastro registra isso: entre as 174 áreas ativas, 22 são de distribuição ou terminal. A investigação ali é dimensionada pela tancagem e pelas linhas enterradas, que exigem mais do que o molde de posto.
Campinas concentra a indústria e a incorporadora. São 46 áreas industriais, com contaminantes que variam de solvente clorado a metal de banho galvânico, e 8 áreas de incorporação, onde o passivo tem prazo comercial próprio: a área precisa caminhar para o encerramento no mesmo calendário da obra.
Por setor, em Campinas e Paulínia
- IndústriasModelo conceitual construído a partir do processo produtivo de cada planta.
- IncorporadorasÁrea em ACRu: investigação, avaliação de risco e monitoramento até o Termo de Reabilitação.
- Postos de combustíveisInvestigação e monitoramento para renovar a licença e sair da lista.
- Monitoramento de água subterrâneaCampanhas com relatório assinado, ART e tendência por poço.
Perguntas frequentes
O terminal fica em Paulínia. A investigação é a de posto?
Não. A fonte muda de escala e de geometria: tancagem, linhas enterradas e área de carregamento concentram o risco em pontos diferentes dos de um posto, e a malha acompanha isso.
A minha área está em AME. Quanto tempo falta para encerrar?
Depende do critério de saída e da série que o sustenta. O número de campanhas já feitas, por si, não encerra a etapa.
Investigar exige parar a produção?
Em geral não. A sondagem e a instalação de poços são planejadas por setor, em janelas combinadas com a operação.
Vocês atendem a região de Campinas por inteiro?
Sim, incluindo Paulínia, Valinhos, Sumaré e Hortolândia. O atendimento é em todo o Brasil, com o mesmo responsável técnico.
Contato
Para a proposta: endereço, classificação no cadastro e exigência da CETESB em aberto.
- (11) 92562-6017 — telefone e WhatsApp
- voragemgeoamb@gmail.com
- LinkedIn — Bernardo Martins Guimarães